6 passos para construir seu kit de prototipagem de inovação



(Foto: Pixabay)

Escritores, cineastas e biógrafos mitologizantes tendem a imaginar que a inovação se origina de um gênio solitário que tem a faísca, aquele momento de lâmpada em que o caminho da inspiração para a invenção que altera o mundo se revela.



Na realidade, a inovação é um esporte de equipe, que é menos um momento de luz e mais parecido com um desafio de engenharia do ensino médio.

Você se lembra desses certo? Um professor fornece aos alunos um pacote de recursos e um problema. Ela então os desafia a resolver o problema usando esses recursos. Os alunos recebem, digamos, cola, barbante, sacolas plásticas, pratos de papel e marshmallows para salvar um ovo de uma queda de dois andares. Os resultados vão da criatividade alucinante ao minimalista e prático.

Para promover a inovação entre nossas equipes, precisamos do equivalente no mundo dos negócios a esses desafios de engenharia.



Nesta prévia de vídeo, Luis Perez-Breva, diretor do MIT Innovation Teams Program, ensina as seis etapas para construir um kit de prototipagem de inovação:

Primeiro passo: Defina o problema

  • Perguntar: Como saberemos quando a equipe produziu uma solução? O que a solução deve realizar?

O Primeiro Passo parece simples, mas vai de encontro a alguns brometos de negócios. Considere focar no usuário. Esse preceito parece sábio, mas, como Perez-Breva observa em seu livro, é abstrato demais para ser útil. Ninguém está usando sua inovação porque você não passou pelo processo de inovação. Você não pode focar em usuários que não existem.

Em vez disso, defina um problema. Esta etapa pode não dar à sua equipe um objetivo definitivo, mas isso não era uma opção em primeiro lugar. Você, no entanto, fornece a eles uma direção cardinal, uma maneira de abordar o problema para que eles saibam que estão indo na direção certa.



Etapa dois: produzir 2-3 soluções imaginadas

  • Pantes de se reunir com sua equipe, pergunte: Como eu faria para resolver isso? O que eu construiria? Não compartilhe suas soluções imaginadas com a equipe.

Perez-Breva acrescenta que você deve não compartilhar essas soluções imaginadas. Então por que se incomodar? Várias razões. Uma é que você pode refinar o problema enquanto trabalha nas soluções. Fornecer um problema mais definido para sua equipe reduz parte do trabalho de perna.

Outra é eliminar soluções inviáveis. Talvez sua organização não tenha recursos suficientes. Talvez precise se conectar com especialistas em outras áreas. Ao imaginar suas soluções, você pode começar a ver os contornos – reconhecidamente nebulosos – do cenário de inovação que sua equipe precisará atravessar.

Terceiro Passo: Determine as peças necessárias

  • As peças podem ser qualquer coisa, desde componentes organizacionais até materiais físicos. Compartilhe apenas as partes com sua equipe. Fazer não compartilhe suas soluções imaginadas.

Esta etapa reforça seu objetivo da Etapa Dois: melhorar sua compreensão do que é possível e impedir que você sobrecarregue sua equipe com expectativas irreais.

Siga a liderança do escritor de ficção científica; sente-se e considere quais conhecimentos, componentes organizacionais e materiais físicos estão disponíveis. Considere como esses recursos se encaixam em uma solução imaginada. Faça o passo a passo para garantir que você possa chegar a uma solução em potencial.

Etapa quatro: fornecer uma cartilha

  • Descreva como usar as peças. Mantenha sua direção simples.

Lembre-se de que seu conhecimento íntimo pode ser estranho a outras pessoas, mesmo na mesma organização. Ao desenvolver sua cartilha, dê um passo para trás e lembre-se de como foi aprender um processo pela primeira vez. Lembre-se dessa ansiedade e como um grande professor forneceu instruções para aliviar essas preocupações. Então, ao apresentar essas peças à sua equipe, explique seus usos potenciais de forma clara e simples. Haverá tempo para usos mais inovadores à medida que desenvolverem uma familiaridade mais profunda.



Etapa cinco: fornecer um conjunto de recursos acessíveis

  • Perguntar: Quem ou o que minha equipe pode acessar para obter conselhos ou insights?

Assim como o passo anterior, o Passo Cinco deve aliviar a ansiedade e promover o conhecimento. Você não pode presumir que sua equipe conhece a amplitude da rede ou experiência organizacional disponível para eles. Quanto maior a sua organização, mais provável é que isso seja verdade.

Ao fornecer um conjunto de recursos antecipadamente, você mostra à sua equipe o suporte que eles podem obter. Este passo não apenas alivia a preocupação; também aumenta a probabilidade de sua equipe utilizar esses recursos ao máximo.

Passo Seis: Defina um limite de tempo

  • Mandar que o protótipo seja tangível, não meramente teórico.

Sem um prazo rígido, o ciclo de prototipagem pode se tornar uma tentativa interminável de perfeição, coleta de recursos ou colheita de ideias. Tudo isso são, essencialmente, formas de procrastinação. Em vez disso, procure desenvolver um protótipo que possa ser testado e iterado.

Com isso dito, em seu livro, Perez-Breva adverte contra sacrificar a qualidade para enviar algo mais cedo. Quando ele diz para definir um limite de tempo, ele especifica que essa iteração do protótipo precisa ser concluída. O protótipo pode então ser analisado para áreas de melhoria e para quando o próximo estágio pode começar. Dessa forma, você continua avançando e melhorando a qualidade a cada iteração.

Você concluiu seu kit de prototipagem de inovação, mas há mais de uma maneira de soltar um ovo com segurança. Com as videoaulas 'For Business' da Big Think+, você pode aprender novos métodos para preparar sua equipe para a solução de problemas e o pensamento inovador. Luis Perez-Breva se junta a mais de 150 especialistas e ensina as seguintes lições:

  1. Do palpite à realidade: por que prototipar o problema supera a colheita de ideias
  2. Solução de problemas criativos de ponta: seis etapas para construir o kit de prototipagem de inovação de sua equipe
  3. Faça seu caso para as partes interessadas: aborde a inovação como uma sequência de expansão

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